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Alunos da Escola do Sesi de Três Lagoas tratam sobre contribuições de imigrantes à Filosofia

20 de Novembro, 2020 | Acontece nas Casas | Geral | SESI | Dicom

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Como parte das atividades e aulas remotas adotadas devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental da Escola do Sesi de Três Lagoas fizeram, com materiais reciclados, “carinhas de imigrantes” para demonstrar a contribuição dos imigrantes para a Filosofia. A iniciativa serviu para avaliar os conhecimentos adquiridos quanto aos conteúdos estudados em Filosofia sobre “Características das Civilizações: Contribuições dos Imigrantes em nossa Cultura”.

Segundo a professora Gisleine de Lucena, que lecionada a disciplina de Filosofia, os alunos abordaram o respeito à diversidade e foram direcionados a pesquisar sobre povos “imigrantes” que contribuíram para a formação cultural brasileira, focando nos italianos, alemães, japoneses e chineses. Após a realização da pesquisa, eles deveriam confeccionar uma máscara com materiais diversos disponíveis a fim de caracterizar o imigrante escolhido e compartilhar o trabalho apresentando a pesquisa em forma de contação de história. 

“As aulas de Filosofia propiciam uma gama de possibilidades do educar para o pensar de maneira a encaminhar os alunos a refletir, repensar, reconhecer suas potencialidades e processos. Os alunos participaram com entusiasmo, engajados na produção e principalmente eufóricos para apresentar sua pesquisa- o sentido do fazer”, disse a professora Gisleine de Lucena.

Para os estudantes, a atividade foi produtiva e serviu para jogar um pouco de luz sobre a importância dos imigrantes na formação da cultura brasileira. “Gostei muito dessa atividade prática que utilizou materiais reciclados e que só poderia ser feita após pesquisar sobre um migrante, aumentando minha curiosidade em fazer a carinha”, afirmou o aluno Wellyson de Sousa Jesus.

Já o aluno Cauã Esdras Chergatti pontua que a atividade contribuiu no conhecimento sobre os imigrantes. “Achei muito interessante que por meio de uma carinha com a expressão da face eu pudesse contar a história de um povo que veio contribuir para a formação do Brasil, além de trabalhar e outros serem escravizados”, falou. “Foi legal essa aula porque depois da pesquisa tinha que confeccionar o personagem para depois contar sua história de vida”, completou o aluno Wellington Paes Junior.

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