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Inscrições ao Prêmio CNI Sesi Marcantonio Vilaça vão até o dia 22 de outubro

10 de Outubro, 2008 | Acontece nas Casas | Geral | FIEMS |

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) e o SESI (Serviço Social da Indústria) mantêm abertas até o dia 22 de outubro as inscrições para a 3ª Edição do Prêmio CNI Sesi Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, considerado o maior prêmio de arte contemporânea do País.Os cinco melhores trabalhos de artes plásticas serão premiados com bolsa de trabalho no valor de R$ 30 mil e o artista plástico será acompanhado durante um ano por um crítico da área. Além disso, os premiados terão a oportunidade de expor as obras em seis capitais brasileiras e fazer parte de um catálogo bilíngüe, contendo a retrospectiva da trajetória profissional. Podem participar pessoas físicas residentes no Brasil e responsáveis pela criação e execução de suas obras. O candidato também deve ser brasileiro nato ou naturalizado ou, sendo estrangeiro, possuir visto de permanência definitiva há mais de cinco anos e Registro Nacional de Estrangeiros.Como pré-requisito para a participação o artista deve, obrigatoriamente, ter realizado entre duas e não mais que dez exposições individuais em galerias comerciais; ter até 20 anos ininterruptos de atividade no circuito artístico, a contar de sua primeira participação em mostra coletiva, e ter nascido em ou após 1962.O prêmio aceita a inscrição de grupos artísticos, desde que atenda pelo menos dois dos pré-requisitos. A inscrição de um grupo deverá ser feita por um de seus membros, ficando ele responsável por todas as negociações e contratos firmados entre o grupo e a organização do prêmio. Já os participantes menores de 18 anos, não emancipados, deverão apresentar autorização escrita dos pais ou responsáveis. Marcantonio VilaçaMarcantonio Vilaça nasceu em 1962, em Recife (PE), e teve contato com a arte ainda durante a infância, ao freqüentar a Escolinha de Arte dos irmãos Augusto e Abelardo. Ainda adolescente, adquiriu a primeira obra de arte: uma xilogravura do mestre pernambucano Gilvan Samico e desde então não parou mais. Paulo Herkenhoff, critico e curador do prêmio, costuma definir Marcantonio como “a voz mais autorizada do mercado de arte da América Latina”. Era advogado por formação e morou em Brasília de 1976 a 1980. Mudou para São Paulo para exercer a profissão. Apesar de ser bem sucedido no direto, decidiu voltar seus olhos à verdadeira paixão, as artes plásticas, e passou a dirigir a revista de arte “Galeria”. Aos 28 anos já tinha sua própria galeria: “Pasárgada Arte Contemporânea”, no Recife, fundada com a irmã Taciana. Em 1992, apenas dois anos mais tarde, inaugurou a galeria “Camargo Vilaça”, em São Paulo, considerada a mais importante referência para a arte brasileira nos anos 90. Com ela Marcantonio projetou a arte contemporânea brasileira internacionalmente. Marcantonio Vilaça morreu no Recife, aos 37 anos, no dia 1ª de janeiro de 2000. Como reconhecimento aos inestimáveis serviços prestados à cultura do Brasil, o governo brasileiro outorgou-lhe “post mortem”, a mais alta condecoração do país: a Ordem do Rio Branco, entregue pessoalmente pelo Presidente da República à família Vilaça.Serviço – A lista com os documentos para inscrição, assim como a ficha, estão disponíveis no site www.sesi.org.br/premioartes, sendo que mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3389-9133